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O Storytelling é ótima ferramenta para ser usada em vendas, negócios e liderança”, defende Thomas Brieu

A quantidade de conhecimento que antes levava trinta anos para ser criada, agora bastam apenas dois. E não deve parar por aí! Essa velocidade na geração de conteúdo também deixou a vida mais “acelerada”. “Neste ambiente efervescente, que chamamos de VUCA – Volátil, Imprevisível, Complexo e Ambíguo -, a riqueza da informação está provocando uma pobreza da atenção”, constata Thomas Brieu, economista e pesquisador na área de neurociência e negociação. “Isso significa que está cada vez mais difícil ser escutado e também captar a atenção do outro”, reforça.

Brieu foi o último convidado da Comissão de Comunicação e Marketing da Câmara de Comércio França-Brasil, realizada no dia 23 de outubro. O palestrante desenvolveu um método que permite a cada pessoa mapear os seus padrões de linguagem e de escuta.  Ele propõe a aplicação da técnica do storytelling, com adaptações do modelo tradicional, mais focada na conversa entre duas ou mais pessoas em volta de um propósito comum, onde cada uma tem um papel definido, uma ação e um objetivo a ser atingido.

Essa comunicação efetiva começa quando os padrões de escuta são feitos com mais empatia. Segundo Brie, a “escutatória” pode ser definida como a arte de escutar, somada à de falar de forma a ser escutado, que resulta no storytelling, ferramenta muito potente para prender a atenção do interlocutor, simplificar ideias complexas, transmitir informações e fomentar a memorização.

A técnica pode ser usada no dia a dia para diversas atividades, como negociações, liderança e argumentações. Para isso, é preciso aprender a usar as palavras e fazer as perguntas certas, com objetivo claro e definido. “A tendência natural do ser humano, no momento de uma venda, pode ser resumida em três: querer ter razão, se diminuir ou se justificar e pensar pelo outro”, avalia.

A solução é aprender a ouvir atentamente e observar os padrões de linguagem que provocam mais interesse, mais curiosidade, como também atentar a outros padrões que bloqueiam, que deixam a pessoa na defensiva, e livrar-se de julgamentos, rótulos ou generalização. É falar de igual pra igual!

São Paulo

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