Câmara de Comércio França Brasil

Notícias
  1. CCIFB
  2. Notícias
  3. Atualidades das Câmaras
  4. Secretários da prefeitura de São Paulo apresentam Programa Municipal de Desestatização na Câmara Francesa

Secretários da prefeitura de São Paulo apresentam Programa Municipal de Desestatização na Câmara Francesa

O Programa Municipal de Desestatização da Prefeitura de São Paulo, encabeçado pela Secretaria de Desestatização e Parcerias, está no radar dos empresários franceses e brasileiros. É o que afirma Laurent Bili, embaixador da França no Brasil. “Convencidos de que os dois países têm muito a compartilhar, os Ministros das Finanças francês, Michel Sapin, e o do Planejamento,  Dyogo Oliveira, assinaram, em 31 de março, um memorando que visa o reforço da nossa cooperação no setor de infraestrutura”, sinalizou.

Durante evento realizado pela Comissão de Comércio Exterior, da Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-SP), no dia 21 de junho, os secretários Wilson Poit e Ricardo Bargieri, apresentaram as oportunidades da iniciativa. “Nosso desafio é focar nas  ações de desenvolvimento em setores como saúde, educação, habitação, mobilidade urbana, assistência social e segurança”, disse Poit. “Selecionamos 55 projetos. Desses, 10 são prioridades, pois envolvem privatizações no caso do Anhembi, Interlagos e Fundo Imobiliário, e projetos de concessão e parcerias público-privadas (PPPs)”, explicou Poit.

Entre as iniciativas que já estão lançadas para receber estudos de concessões de empresas interessadas, Poit enfatizou o Complexo do Pacaembu, os parques municipais e o sistema de bilhetagem. “No caso do Pacaembu, nosso objetivo é buscar junto à sociedade um modelo de gestão mais eficiente e dinâmico, que desonere a prefeitura e traga modernidade ao equipamento”, afirmou o secretário municipal.

“Em relação aos parques, nosso intuito é receber estudos de modelagem operacional, econômico-financeira, jurídica, de engenharia e arquitetura para a revitalização, modernização, operação, manutenção e gestão”, disse. “Já no sistema de bilhetagem, o desafio é melhorar a qualidade e a segurança do serviço, além de trazer economia para os cofres públicos - a gestão do sistema de bilhetagem custa cerca de R$ 250 milhões ao ano”, exemplificou Poit.

“Contamos com a participação da iniciativa privada para alavancar o desenvolvimento de São Paulo e inspirar outros estados com ações que preservem a transparência, a qualidade, o equilíbrio e a eficiência. Esses são os pilares para toda a estratégia idealizada pelo prefeito João Doria”, concluiu Poit.

Por: Renata Domingues, Retoque Comunicação

São Paulo

Voltar à lista