Acompanhe análises semanais de especialistas quanto a impactos do novo coronavírus

Veja o resumo da semana para as áreas de política, saúde, infraestrutura, comércio e segurança

 

No âmbito das ações da Rede CCIFB contra Covid-19, o Departamento de Inteligência da Amarante do Brasil Gestão de Riscos, empresa membro da Câmara, compartilha nota com resumo semanal de suas análises quanto a impactos da Covid-19 nas áreas de política, saúde, infraestrutura, comércio e segurança. Acompanhe os principais pontos, e acesse o resumo semanal completo, aqui.

 

Saúde

Pela primeira vez desde o início da pandemia, o Brasil acumulou mais de 1.000 mortes causadas pela Covid-19 num período de 24 horas. Essa informação foi divulgada na terça-feira (19/05) pelo Ministério da Saúde. Um total de 1.179 mortes adicionais foi registrado.

(*SUS inclui hospitais públicos federais, estaduais e municipais. Fontes: Prefeituras de Rio de Janeiro, Santos e São Paulo).

 

Análise:
Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, o Brasil é o terceiro país no número acumulado de casos confirmados de Covid-19, o segundo com maior aumento de casos confirmados nas últimas 24 horas, o sexto com maior número de mortes causadas pela doença e o segundo com maior aumento de mortes nas últimas 24 horas. Mesmo que comparações internacionais não sejam recomendadas, em particular, devido às diferenças no protocolo de testagem e fases pandêmicas distintas, o ranking pode fornecer algum tipo de imagem de como a pandemia está se desdobrando no mundo. Até o momento, a análise do gráfico brasileiro indica que a pandemia no país não parece estar desacelerando, apenas acelerando.

 

Comércio (Acesse a nota-resumo completa)
O governo do estado do Rio de Janeiro anunciou nesta quarta-feira (20/05) a criação de um sistema para “afrouxar” a quarentena considerando a taxa de ocupação de UTIs nos hospitais e a curva de contaminação do Covid-19. O sistema tem três bandeiras: vermelha, amarela e verde. A bandeira vermelha estabelece regras mais rígidas e representa o estágio atual de isolamento, que será acionado sempre que a taxa de ocupação de leitos ultrapassar 90%. Um primeiro relaxamento será anunciado com a bandeira amarela. Nesta etapa, a taxa de ocupação da UTI terá que estar entre 70% e 90% e a curva de contaminação deverá estar se movendo para baixo. A bandeira amarela permitirá a reabertura de shopping centers e ginásios, por exemplo. A bandeira verde indica um estágio de normalidade, com a taxa de ocupação da UTI abaixo de 70% e a curva de contaminação ainda em queda. A bandeira será atualizada semanalmente e considerará a média de ocupação e contaminação hospitalar pelo novo coronavírus nos sete dias anteriores.

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou nesta quinta-feira (21/05) que apresentará aos seus conselheiros científicos nesta sexta-feira (22/05) um plano elaborado com empresários para reabrir o setor comercial e parte do setor de serviços na cidade do Rio de Janeiro.

Na terça-feira (19/05), a Câmara Municipal de São Paulo começou a discutir um projeto de lei que prevê a retomada gradual dos negócios e serviços na cidade. O objetivo é aprovar o texto até meados de junho. Segundo o projeto, a retomada das atividades comerciais seria baseada no Índice de Distância Controlada (IDC). Esse índice consideraria a evolução da doença, o surgimento de novos casos e a capacidade dos leitos e dos profissionais de saúde. O IDC seguirá uma classificação indicada por bandeiras com cores específicas para autorizar a reabertura progressiva das atividades.

 

ACESSE NOTA-RESUMO COMPLETA. CLIQUE AQUI.

^