Como o mercado de luxo avança na transformação digital

Você sabia que o cérebro leva três segundos para “definir” o outro? De acordo com Paula Machado, diretora da Look2You, ressaltou a importância do branding pessoal para poder entender o que somos e como queremos que os outros nos vejam. Sinalizou, ainda, os pilares da imagem de valor dos três Cs: coerência, constância e consistência.

De acordo com a especialista é fundamental manter o equilíbrio entre o que se faz e o que se fala por meio do comportamento. Apontou, ainda, que o futuro será por experiências online no primeiro encontro. Paula é uma das convidadas da live realizada pela comissão do Mercado de Luxo da Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-SP), realizada no dia 11 de junho. O último encontro debateu a importância da comunicação no “novo normal”, veja aqui.

Para Miguel Angelo Hemzo, professor doutor em marketing pela FEA-USP, um dos grandes desafios das empresas hoje é criar e oferecer novas experiências de luxo em ambientes digitais. Desse modo, é essencial conhecer profundamente os públicos de interesse, ter processos efetivos e atuar de forma Omnichannel para conseguir entender a jornada do consumidor e quais os canais são mais efetivos para cada público. Segundo o especialista, para cada experiência é preciso criar uma emoção.

De acordo com Hemzo, é essencial criar experiências incríveis, ter um posicionamento diferenciado, fazer o cliente ser parte do valor da empresa, facilitar o encontro do serviço e melhorar a qualidade e a produtividade das entregas para que não haja atrito. Para ele, os novos códigos do luxo ressaltam nove dimensões. São elas: raridade, artesanal, conteúdo simbólico, hedonismo, estilo de vida, conteúdo estético, complexidade de aquisição, status e alto preço e alto valor percebido.

Já Willy Arthur, CEO da agência de marketing digital Magnifico Digital, enfatizou que a transformação digital é a adoção de uma nova perspectiva em termos de mentalidade, de atitude e operação, focando não só em tecnologia, mas também em inovação e experiência do usuário. Segundo ele, as marcas precisam entender as redes sociais não apenas como canais e sim como verdadeiras lojas virtuais. Arthur ressaltou que não adiante e, muitas vezes, não faz sentido ter um milhão de seguidores. O importante é saber e conhecer profundamente quem é o seu cliente e em qual mídia ele está.  Enfatizou ainda, o uso de diferentes ferramentas para facilitar o trabalho. Veja, abaixo, algumas delas:

Hotmart: https://www.hotmart.com/pt-BR

 

Eduzz: https://www.eduzz.com/

 

Monetizze: https://monetizze.com.br/

 

Outbrain: https://lp.outbrain.com/aumente-vendas-native-ads/?utm_source=google-br&utm_medium=cpc&utm_campaign=111452965–amplify-google-br-regs-text-search-brand-r&utm_term=outbrain&utm_content=434946496754&utm_ad=434946496754&utm_network=g&utm_device=c&utm_placement=&utm_position=

 

Taboola: https://www.taboola.com/pt

 

Dino: https://dino.com.br/

 

Buzzhub: https://buzzhub.com.br/

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