Tendências da arquitetura e do design no pós-pandemia

De acordo com pesquisa realizada pela Microsoft em parceria com a Survey Monkey, 51% dos millenials preferem interação direta quando estão colaborando com outros projetos. Cerca de 4 em cada 5 entrevistados gostariam de mais iluminação natural nos espaços de trabalho e 67% dizem preferir um ambiente de trabalho Eco-friendly. Para Gregory Bousquet, sócio da Triptyque Architecture, o estudo feito pré-pandemia já apontava uma mudança de percepção dos espaços de trabalho.

 

Segundo Bousquet, que participou de live do Canal Aberto COVID-19 da Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB), no dia 22 de setembro, entre as tendências para o pós-pandemia estarão os projetos inteligentesconstrutivamente, flexíveis, criativos, eficientes e seguros. O último encontro do canal contou com a presença do Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados e pode ser lida aqui. Para ele, cresce a importância dos espaços livres, dos terraços, dos locais com iluminação natural e da criatividade para promover o verde e a natureza. Bousquet ressaltou, ainda, que os espaços subdivididos serão substituídos pelos flexíveis.

 

Para o especialista, o desafio hoje é trabalhar com um conceito que atenda as necessidades do pós-pandemia. Ele acredita na potencialização de materiais mais rústicos e do universo campestre. Os coworkings também vão lidar com as mudanças que a pandemia trouxe. De acordo com Bousquet, as pessoas vão procurar cada vez mais um equilíbrio entre as atividades remotas e a volta ao espaço de trabalho. Na visão dele, os coworkings mais afastados, próximos aos bairros tendem a crescer por reduzirem o deslocamento e oferecerem uma possibilidade flexível aos profissionais.

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