Barômetro – Pesquisa realizada pela Câmara em parceria com a IPSOS

O ano de 2018 foi o melhor avaliado dentre as edições, pela primeira vez a avaliação positiva supera a avaliação regular e negativa, chegando a 40% do total analisado.

Os Indicadores econômicos também apresentaram melhoras significativas nessa 4° edição, com exceção da inadimplência dos consumidores e empresas que apresentaram aumento em comparação com os outros anos.

Ainda assim, a expectativa para 2019 é alta e 81% acreditam que será um ano melhor ou muito melhor que 2018.

Esse cenário positivo também se repete para a expectativa de vendas e investimentos, proporcionando para 27% dos associados a oportunidade de realizar alguma operação de fusão e aquisição (M&A) nos próximos 12 meses. A tendência de melhora apresentada na avaliação das empresas em 2017 se consolidou em 2018 e a avaliação positiva (Ótimo + bom) permanece em crescimento, chegando a 40% do total analizado.

De um modo geral, os associados demonstram melhora nas avaliações em relação a 2017. As avaliações da empresa (setor de atividade e vendas) estão em linha com a economia do país. As avaliações permanecem estáveis entre as ondas com pequenas oscilações.

A inadimplência das empresas e consumidores continuam em linha e aumentaram na onda 4. O índice IBOVESPA permanece em crescimento em comparação ao último semestre de 2017. Os indicadores de taxa de juros e índice de inflação, apresentaram queda em comparação as últimas tomadas, ficando em valores próximos da onda 1 em 2016.

 

AVALIAÇÃO DO ANO VIGENTE VS. ANO ANTERIOR

Os associados estão otimistas para 2019. A avaliação positiva aumenta em relação as últimas ondas. Diminuindo a quantidade de avaliação que acredita que o ano será igual a 2018.

O otimismo continua sendo especialmente forte em relação a expectativa de vendas para o próximo ano (mais moderado em relação aos investimentos). Fusões e aquisições são planos para 1/4 da amostra (indicador estável nas 4 ondas).

A digitalização continua impactando os modelos de negócio, apresentando altos índices também nessa 4ª onda.

Com o passar das eleições em 2018, os principais riscos que as empresas observam para os próximos 6 meses são a desaceleração da economia e a não aprovação de reformas estruturais.

A reforma tributária e do INSS continuam sendo as reformas mais importantes para as empresas.

O quadro de funcionários, de um modo geral, permaneceu igual de 2017 para 2018 e a expectativa para 2019 é que ele permaneça igual (47%) ou aumente (42%) em relação a 2018. Não há variações significativa entre as ondas.

A mudança de governo é vista positivamente pelos associados, tanto em relação ao presidente Jair Bolsonaro como com a equipe econômica.

Os associados demonstram maior expectativa em relação ao futuro do país.

Para os associados, com a eleição do Presidente Jair Bolsonaro a instabilidade política e principalmente econômica irá diminuir.

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