Um olhar sobre a arquitetura, arte, joalheria, luxo e a moda de Paris

Você sabia que alguns estudioso afirmam que o nome Brasil é de origem francesa? Isso mesmo. Segundo eles, o nosso País recebeu esse nome porque nos primeiros anos de sua colonização era retirada das matas na costa brasileira a madeira popularmente conhecida como pau-brasil. Dela, era extraída uma resina de cor avermelhada cor-de-brasa, chama pelos franceses de bois de braise.

A curiosidade histórica foi apresentada pelo João Braga, membro da Academia Brasileira de Moda e autor de 12 livros, durante a comissão do Luxo realizada no dia 16 de julho, em São Paulo. Durante o encontro, o especialista traçou uma cronologia histórica sobre as principais mudanças em Paris nas áreas da moda, arquitetura, arte e joalheria.

Segundo Braga, o conceito de beleza sofreu uma grande distorção ao longo dos anos. Já que beleza é tudo o que favorece uma pessoa a se aproximar do plano divino, ou seja, não há ligação alguma com o “ter” ou o “ser”. Outro ponto destacado pelo professor é que o luxo não é democrático e sim seletivo.

Exemplificou também que o conceito de moda surgiu durante o mercantilismo, época em que a classe burguesa que passou a copiar as roupas dos nobres que quando percebiam inseriam algum incremento na vestimenta que logo também era copiado. O especialista também contou a história de Santo Elói ou Elígeo, um artista e religioso completo, conhecido hoje como o santo do luxo.

O especialista sinalizou que as marcas consagradas do mercado de luxo que passaram por tantas transformações e sobreviveram apostam em uma estratégia que envolve três pilares. O primeiro é o investimento das grandes marcas em perfume. O segundo é a criação de linhas de maquiagem e o terceiro é o desenvolvimento de diferentes acessórios como bolsa, relógio e óculos que aumentam a possibilidade de compra.

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